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A influência da mídia em uma geração de pais ausentes


A influência da mídia em uma geração de pais ausentes

Aos pais é muito importante escolherem bem as companhias dos filhos, principalmente, nos primeiros anos de idade, quando estes não têm nenhuma capacidade de fazerem essa seleção de forma analítica e criteriosa. É preciso levar em conta que os coleguinhas de seus filhos, podem não ter os mesmos bons hábitos que ele e, pelo convívio diário, certamente tem boas chances de influenciá-lo. Se os filhos não são ensinados na primeira infância, com paciência e persistência, a seguirem um bom caminho, certamente formarão maus hábitos que se desenvolverão ao longo de toda a vida.

Um fator que tem afetado a cultivação de bons hábitos na vida das crianças é a ausência dos pais. A cada ano os pais têm se ausentado mais de suas responsabilidades no cuidado diário do ensino. O que outrora era passado de pai para filho, de geração a geração, hoje tem sido substituído pelo ensino da TV, da internet, das músicas, do videogame, redes sociais, entre outros. É possível constatar que as mães do presente século, buscando cada vez mais igualdade em posições profissionais, sociais e “liberdade financeira’’, têm sacrificado a formação do caráter e dos bons hábitos dos filhos.

Assim, acabam terceirizando suas responsabilidades para babás, avós e até mesmo babás eletrônicas. Em contrapartida, existem mães que passam o dia todo em casa com os filhos; porém, quem realmente tem trazido formação cultural, comportamental e de caráter é a mídia. Mães que, para terem “sossego” nas tarefas domésticas, colocam os filhos horas a fio diante de tabletes, smartphones e jogos eletrônicos, desenhos animados, filmes, novelas e até mesmo programação imprópria para sua idade. A maioria desses pais desconhece o conteúdo pedagógico desses programas e, por isso, entregam a educação e o desenvolvimento comportamental, social, psicológico e de caráter, nas mãos dos produtores dos meios massivos de comunicação e entretenimento.

Conforme afirma a psicóloga infantil Daniela Rigotti “as crianças não possuem senso crítico de escolher o que é bom. Se ela observar certa mulher dançando, por exemplo, provavelmente, vai imitá-la”. A psicóloga explica que realmente os meios de comunicação influenciam no comportamento da criança; porém, existe uma parcela de responsabilidade da família. “Se aplaudo minha filha imitando uma mulher em dança sensual, além de reforçar na criança o comportamento de sensualidade, passarei a ideia de que aquilo é aceito socialmente”, analisa Daniela. Como confirmado pelos psicólogos, as crianças menores de sete anos, por natureza, não conseguem distinguir realidade de fantasia. Como vendedora de ilusão, a mídia exerce uma influência e um domínio covarde sobre os pequeninos.

A mídia tem formado seres humanos mecanizados, desagregados de conceitos familiares, dessensibilizados, desumanizados, viciados, isolados de convívio social e de contato humano. Tem se formado nesses indivíduos uma imitação da ilusão vendida pela TV, trazendo em suas mentes uma condição de escravidão passiva. Propagandas em que vende-se conceitos que deturpam os valores cristãos, novelas em que os princípios de família e conduta sexual são desmoralizados; desenhos e séries em que a violência é sempre o “superstar”, de m

Crianças cada vez mais violentas, desafeiçoadas, desrespeitadoras, sem limites, sem amor, sem Deus. Mentes vazias, passivas, nulas de pensamentos, buscando desenfreadamente suprir na violência, no sexo, nas drogas, a falta de atividade mental. São mentes treinadas para inatividade, em que a velocidade das imagens, dos sons e das cores conduz suas funções em uma cadeia preestabelecida. Afinal de contas, serão quase todos como marionetes, calados, satisfeitos, submissos, passivos, vivendo e morrendo sem incomodar os “interesses alheios’’. Acostumados com a miséria, com a violência, com a desonestidade, com o isolamento, esperando em silêncio a “morte chegar”.

Essa é a última geração de filhos que obedeceram a seus pais, e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos. Pais que trabalham até 15 horas por dia, conquistando e juntando fortunas, para morrerem logo em seguida e deixarem os filhos curtindo seus bens com sexo, droga e rock`n Roll. Pais que estão ocupados demais, empenhados em grandes conquistas, a fim de deixar um mundo melhor para seus filhos em vez de deixar filhos melhores para esse mundo. Pais que precisam compreender que Deus entregou os filhos aos seus cuidados como uma herança (Salmos 127.3) e que a responsabilidade de ensinar o caminho certo foi confiada a eles, e não a terceiros (Provérbios 22.6).

A Bíblia diz que “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23) e que “o meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento” (Oseias 4.6). Assim, conforme diz em Deuteronômio 30.19: “Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”. Dessa forma, encerro este artigo com a verdade e a seriedade destas palavras: “Mas, se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe seria amarrar uma pedra de moinho no pescoço e se afogar nas profundezas do mar” (Mateus 18.6). Sendo assim, vai o meu recado aos pais: Acordem enquanto é tempo!

fonte;lagoinha.com

aneira que, os resultados estão por aí, espalhados na sociedade.

 




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