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Podados ou cortados?


Podados ou cortados?

O Mestre enfatiza a necessidade de frutificação dos ramos para não serem cortados, totalmente extraídos, tirados da fonte, da essência. Uma flor arrancada do caule aos poucos perde a beleza, o vigor e, consequentemente, morre, por não receber a vida que flui do seu lugar de origem; pode-se até colocar a flor em um jarro com água, mas o seu desempenho não será o mesmo. Portanto, quando somos separados, morremos, porque não estamos vinculados à videira. O pecado nos aparta da vide de onde flui vida, e, consequentemente, morremos, porque o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23).

O Senhor fala da importância da poda, que ocorre quando o ramo dá frutos, para frutificar ainda mais. Que extraordinário, pois Deus não está apenas preocupado se damos frutos, mas que eles sejam constantes. Dela é arrancado aquilo que impede a continuação do “dar frutos”, é eliminado o que está morto e seco, impedindo que a energia seja desperdiçada. Ele também corrige a nossa formação, o nosso desenvolvimento e faz com que cresçamos no rumo correto, ou seja, de forma bem ajustada (Efésios 2.21).

Jesus é a videira e, se somos os ramos, nossos frutos precisam estar de acordo com a natureza da árvore em que estamos ligados. Se estamos unidos à parreira, nossos frutos precisam ser uvas; não podemos dar frutos que não condizem com a natureza da árvore, com a natureza de Cristo. Nunca uma bananeira dará goiaba, sendo assim, daremos frutos que revelam onde estamos enraizados, plantados. “E a natureza gloriosa do meu Pai se revela quando vocês produzem muitos frutos e assim mostram que são meus discípulos” (João 15.8). Assim, nossos frutos revelam a nossa natureza e a do Senhor; se estou ligado à videira, meus frutos não podem ser diferentes de uvas. Quando não damos uvas ou frutos que condizem com a natureza da árvore, somos cortados. Porém, quando produzimos frutos que condizem com a natureza do Pai, manifestamos a Sua natureza, a Sua identidade, quem Ele é.

O Pai não está apenas interessado na produção dos frutos, e, sim, na sua qualidade. Em João 15.16, Jesus diz: “(…) que deem fruto e que esse fruto não se perca”. O Pai está interessado na permanência e no crescimento desses frutos, que sejam fortes e vistosos. Quando produzimos um fruto e ele não se desenvolve, existe algo de errado com o ramo; se o fruto não crescer, não será colhido, impedindo assim que outros frutos sejam gerados. Quando geramos frutos que não crescem, temos uma falsa imagem de ramo saudável e permanecemos estagnados. Por isso, a poda, para que sejamos cheios de vida, pois é melhor ser podado a ser cotado.

Portanto, precisamos estar enxertados na videira que é Cristo, para que vivamos e possamos produzir frutos que manifestem a natureza, a identidade e o coração do Pai.

Fonte,lagoinha.com




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